terça-feira, 15 de dezembro de 2009

MÚSICA E FESTA GOSPEL, TÔ FORA!!!


Achei um grande absurdo quando fui receber duas notas no Seminário a qual eu faço parte. Quando cheguei na entrada do seminário tinha um cartaz (esse que se encontara acima desse texto) que me chamou atenção pela falta de coerência bíblica. Uma determinada igreja do ramo Congregacional ou seja uma igreja histórica está caindo na gandaia gospel.

É um absurdo esse tipo de festa. A igreja brasileira está passando por uma crise doutrinária séria e também está fugindo dos padrões bíblicos. Fala-se muito em avivamento mas não vejo esse avivamento, vejo sim uma grande bagunça doutrinal, espiritual, teológica e bíblica nas igrejas prostestantes.

O que significa gospel? Qual a sua origem? Como chegou ao Brasil? Essas são perguntas que não querem calar na cabeça da maioria das pessoas. No site Wikipédia – a Enciclopédia Livre nos trás todas as respostas para essas perguntas. Mas vamos responder:

O QUE SIGNIFICA GOSPEL?

Gospel (do inglês, gospel; em português, "evangelho") é uma composição escrita para expressar a crença individual ou de uma comunidade com respeito a vida cristã, assim como, de acordo com seus gêneros musicais variados, também oferece uma alternativa, ao povo cristão, à música secular convencional. Como outros gêneros de música cristã, a criação, a performance, a influência, e até mesmo a definição de música gospel varia de acordo com a cultura e o contexto social. A música gospel é escrita e executada por muitos motivos, desde o prazer estético, com motivo religioso ou cerimonial, ou como um produto de entretenimento para o mercado comercial. Contudo, o tema principal na maioria das músicas gospel é o louvor e adoração a Deus, Cristo, e/ou o Espírito Santo.

QUAL A SUA ORIGEM?

Thomas A. Dorsey (1899-1993), compositor de sucesso tipo There Will Be Peace in the Valley, é considerado por muitos, O Pai da Música Gospel. No início de sua carreira ele era um importante pianista de Blues, conhecido aliás por Georgia Tom. Ele começou a escrever Gospel depois que ouviu Charles A. Tindley (1851-1933) numa convenção de músicos na Filadélfia, e depois, abandonando as letras mais agressivas de outras canções, não abandonou, contudo, o ritmo de Jazz tão parecido com o de Tindley. A Igreja inicialmente não gostou do estilo de Dorsey e não achou apropriado para o santuário, na época. Em 1994, após o seu falecimento, a revista Norte-americana, Score, publicou um artigo com o título: The Father of Gospel Music (em português, "O Pai da Música Gospel"); neste artigo a revista declara que quando Dorsey percebeu, no início de sua carreira com o Gospel, que muita gente estava brigando contra a música Gospel, ele estava "determinado para carregar a bandeira" a favor do Gospel, bem entendido. Assim ele fez. Ele investiu em 500 cópias da canção dele, If you See My Saviour (em português, "Se Você Ver o meu Salvador") e enviou para diversas igrejas do país. Levou quase três anos para ele conseguir mais pedidos da música e ele quase retornou a tocar o Blues. Mas Dorsey não desistiu e com ajudas de outros bons músicos ele foi em frente. Trabalhou com as cantoras, Sallie Martin (1896-1988) e Willie Mae Ford Smith (1904-1994), escreveu centenas de músicas Gospel e testemunhou a sua música subir no púlpito das igrejas—aonde, uma vez, recusaram ela de subir! Dorsey fundou a Convenção Nacional de Corais Gospel nos EUA, em 1932, uma organização que ainda existe até hoje.

COMO CHEGOU AO BRASIL?

Ainda no Século XIX, durante o alge do movimento dos revivalistas, Moody, Spurgeon, Torrey e outros, os Hinos Evangelísticos (Gospel Hymns) já foram surgindo. Composições de vários autores chegaram ao Brasil para o Culto Evangélico. Obras de Philip Paul Bliss; James McGranaham; Ira David Sankey; George Stebbins; Fanny Crosby e outros mais. As músicas claramente não eram as mesmas tradicionais dos grandes corais da tradição Protestante; eram mais simples, mas eram músicas voltadas para uma audiiência grande, em grandes galpões ou até mesmo praças públicas.
Com a vinda de missionários estrangeiros, principal
mente batistas e presbiterianos americanos. As igrejas protestantes então adotaram muitos destes hinos de origem estrangeira, alguns com a influência americana do "gospel". Hinários inteiros foram traduzidos e editados, como o "Salmos e Hinos", "Harpa Cristã" e "Cantor Cristão". A partir do final da década de 1960, grupos nacionais como Vencedores por Cristo (VPC), Grupo Rebanhão, Grupo Logos, Grupo Elo e Grupo Life (de Asaph Borba) entre outros, começaram treinamentos de formação de músicos e viagens para divulgação, começando então a influenciar o estilo de músicas de todas as igrejas evangélicas do Brasil.
A música Gospel no Brasil
se populariza comercialmente no final da década de 1980, quando entram em evidência ministérios de louvor como Koinonya, Katsbarnea, Adhemar de Campos, Shirley Carvalhaes, Voz da Verdade, Vencedores por Cristo, entre outros. Desde então esse mercado só vem crescendo. Hoje o Brasil conta com mais de 100 gravadoras voltadas para este estilo. Dentre elas destacam-se o Grupo MK Publicações e a gravadora Line Records que juntas são responsáveis por uma grande cota no comércio fonográfico gospel.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsica_gospel

Respondida as perguntas quero dizer que a música da igreja ao invés de glorificar a Deus serve de escada para obter fama e dinheiro, e isso é culpa nossa. Nós protestantes que deixamos as nossas igrejas infectadas com esse tipo de vírus chamado de múcas e eventos Gospel. Muitas letras mundanas até então do Demônio são “transformadas e santificadas” para que possa poluir nossos jovens. Créu se transforma em Céu, Swingueira Baiana se transforma em Louvadeira, Festa Junina transforma-se em São João com Jesus, Micaretas se transformou em Marcha para Jesus e por ai vai. Umas das igrejas que valoriza esse tipo de lixo é a Igreja Apostólica Renascer em Cristo. Nessa “bendita” igreja existe um culto onde o templo vira uma danceteria.

Se não bastase a ICAR (Igreja Católica Apóstolica Romana) através do movimento de Renovação Craismática criou a Cristoteca. A Cristoteca é uma boate onde se toca muita música gospel para jovens. Como diria Boris Casoy: “Isso é uma vergonha”.

Tão bonito que são as canções da Harpa Cristã e dos Hinários! Temos que orar bastante pois ao invéz da igreja tirar o povo do mundo está cada vez mais se juntando ao mundo. Chega desse lixo cahamado de música gospel. A igreja de Cristo precisa ser coerente com a bíblia. Realmente precisamos de outra REFORMA urgente.



Paz e Bem

Sem. Bruno Leandro

Um comentário:

Márcia Gizella disse...

É Bruno!!!!!

Estão brincando de Deus, e de servir à Deus.