terça-feira, 1 de junho de 2010

01 de Junho de 2010 - Justino, Mártir de Roma, 167


Rick Walde

A conversão de Justino e seus escritos

Em um programa anterior eu falei sobre as perseguições que os cristãos experimentaram na igreja primitiva. {1} Uma das características mais marcantes dos cristãos perseguidos era o valor que eles tinham na hora da execução. De fato, nós sabemos por um adulto convertido do segundo século que este valor foi um fator de fazê-lo se abrir para o Evangelho. Este convertido foi um filósofo chamado Justino que você conhece bem como Justino, mártir. Justino foi um dos apologistas ou defensores mais antigos da Igreja. O historiador Robert Grant diz que Justino "foi o apologista mais importante do segundo século". {2} Ao vermos o trabalho de Justino, ao decorrer deste estudo, veremos as semelhanças entre as acusações feitas contra os cristãos em sua época e na nossa. Talvez nós aprenderemos algo deste cristão do segundo século.

A vida de Justino

Crê-se que Justino nasceu depois de 100 d.C. Seu lugar de nascimento foi em Flavia Neapolis, na Síria-Palestina, ou Samaria. {3} A educação infantil de Justino incluía retórica, poesia e história. Como jovem adulto mostrou interesse por filosofia e estudou primeiramente estoicismo e platonismo. {4} Justino buscava a Deus que "é a meta da filosofia de Platão" dizia.{5}

Justino foi introduzido na fé diretamente por um velho homem que o envolveu numa discussão sobre problemas filosóficos e então lhe falou sobre Jesus. Ele falou a Justino sobre os profetas que vieram antes dos filósofos, ele disse, e que falou "como confiável testemunha da verdade".{6} Eles profetizaram a vinda de Cristo e suas profecias se cumpriram em Jesus. Justino disse depois que "meu espírito foi imediatamente posto no fogo e uma afeição pelos profetas e para aqueles que são amigos de Cristo, tomaram conta de mim; enquanto ponderava nestas palavras, descobri que a sua era a única filosofia segura e útil...é meu desejo que todos tivessem os mesmos sentimentos que eu e nunca desprezassem as palavras do Salvador." {7} Justino buscou cristãos que lhe ensinaram história e doutrina cristã e então "se consagrou totalmente a expansão e defesa da religião cristã." {8}

Justino continuou usando a capa que o identificava como filósofo e ensinou estudantes em Éfeso e depois em Roma. James Kiefer nota que "ele entrava em debates com não-cristãos de todas as variedades, pagãos, judeus e hereges." {9}

A convicção de Justino da verdade de Cristo era tão completa que ele teve morte de mártir por volta de 165 d.C. Eusébio, o historiador da Igreja antiga, disse que ele foi denunciado por cínico Crescêncio com quem ele entrou num debate brevemente antes de sua morte.{10} Justino foi decapitado junto com seis de seus alunos.

O historiador Philip Schaff resume o caráter de Justino e seu minsitério dessa forma:

Ele havia adquirido cultura clássica e filosófica considerável antes de sua conversão e então a fez ficar subordinada a defesa da fé. Ele não era um homem de gênio e precisão lógica, mas tinha talento respeitável, ampla leitura e memória enorme...tinha a coragem de um confessor em vida e de um mártir na morte. É impossível de não admirar sua intrépida devoção a causa da verdade e a defesa dos irmãos perseguidos. {11}

Os escritos de Justino

Vários livros são atribuídos a Justino, mas só três são aceitos como genuínos. São os que se chamam agora de Primeira Apologia, Segunda Apologia e o Diálogo com Trifão, o Judeu. Sua Primeira Apologia é dirigida ao Imperador Antonino Pio que reinou de 138-161 d.C., seus filhos Lucius e Marco Aurélio, todo o senado romano e "a todos os romanos". {12} A Segunda Apologia é dirigida ao senado romano, ainda que já havia sido endereçada pela Primeira. Os dois foram escritos para contestar a perseguição.

Justino e a filosofia grega

O entendimento do cristianismo de Justino foi filtrado pela filosofia que ele aprendeu. O platonismo de sua época tinha grande força teísta e seu alto tônus moral parecia comprovar o cristianismo. Justino (e outros) ligaram o Logos da filosofia com o Logos de João capítulo 1.O historiador Philip Schaff descreve o pensamento desta maneira:

O Logos é a razão pré-existente, absoluta, pessoal e Cristo é a encarnação dele, o Logos encarnado. Qualquer coisa racional é cristã e qualquer coisa cristã é racional. Os Logos dotaram a todos os homens da razão e liberdade que não estavam perdidos desde a queda. Ele espalhou sementes da verdade antes de sua encarnação, não só entre os judeus, mas também entre os gregos e bárbaros, sobretudo entre os filósofos e poetas que são os profetas pagãos. Os que viveram razoavelmente e virtuosamente em obediência a esta luz preparatória foram de fato cristãos, ainda que não no nome; ao contrário, os que viveram irracionalmente eram inimigos de Cristo. Sócrates foi um cristão assim como Abraão, ainda que ele não o conheceu. {13}

Além desses ensinos, Justino (e outros) criam que os ensinos de Moisés foram passados aos egípcios e destes aos gregos. {14} Deus simplemente não era conhecido por meio da razão abstrata; ele foi conhecido por Sua fala aos profetas que por sua vez o fez conhecido aos outros. {15}

Se a idéia de Justino sobre Cristo e o Logos parece estranha, devemos ter em mente que nós, também, interpretamos o cristianismo segundo as interpretações dos filósofos de nossos dias. Não somos leitores totalmente imparciais da Escritura.

Por exemplo, nos tempos modernos a ciência tem se considerado a suprema fonte da verdade. Isto alimentou o desenvolvimento da apologética evidencial. Este é um método que dá ênfase a fatos históricos e naturais como evidências para a fé. Mas os estudiosos tem sugerido que os fatos não são valores livres de "verdades" do pensamento moderno. Outros cristãos que objetam ao que eles consideram serem parecidos com pensamentos racionalistas de filósofos existencialistas que se preocupám mais pela condição humana. Em outras áreas, também, nós revelamos os ideias do modernismo em nossas vidas cristãs. Quantos livros "como...." estão nas estantes cristãs? Há uma tendência a ter uma atitude tipo "faça isto e tal e tal acontecerá" na sua vida pessoal e espiritual. A técnica apropriada é uma noção muito moderna.

Assim, nós não devemos ser rígidos com Justino Mártir. Ele foi um homem de sua época que melhor explicou e defendeu as crenças cristãs usando o pensamento com que estava familiarizado. Ao fazer isso, deu importante força para o desenvolvimento da teologia e apologética da Igreja antiga.

A apologética de Justino

O tratamento injusto aos cristãos

Em suas duas Apologias, a primeira meta de Justino foi defender os cristãos em lugar do cristianismo em si. {16} Os cristãos estavam sendo tratados injustamente; a ambição de Justino foi conseguir um tratamento justo para eles. A perseguição havia chegado ao ponto de os cristãos serem julgados só por terem o nome de cristãos. Seus hábitos no culto eram estranhos, sua negação em participar dos cultos cívicos e ao culto ao imperador, e suas crenças estranhas eram bastante para prejudicá-los. Assim, para alguns imperadores e governadores, só o fato de ter o nome cristão era o bastante para levá-lo a juízo.

Cristãos e ateísmo

Parte do problema era uma má interpretação da crença cristã. Por não renderem culto aos deuses gregos e romanos, os cristãos eram chamados ateus. Justino perguntou como eles podiam ser ateus já que eles rendiam culto "ao Deus verdadeiro". Os cristãos rendem culto ao Pai, Filho e Espírito Santo, ele disse, e "lhes dão homenagens com razão e verdade". Justino também apontou a inconsistência dos governantes romanos. Alguns de seus próprios filósofos ensinaram que não havia nenhum deus, mas eles não os perseguiram só por terem o nome de filósofos. E pior, alguns poetas denunciaram Júpiter mas foram honrados por líderes governamentais. {17}

Cristãos e cidadania

Outra acusação contra os cristãos era que eles eram inimigos do estado. Sua falta de participação em rituais pagãos que eram parte da vida pública cotidiana durante essa época e sua pregação sobre pertencer a outro reino os levou a acusações de que não eram bons cidadãos. Justino respondeu que eles não estavam buscando um reino terreno, que ameaçasse Roma. Se estivessem, eles não morreriam serenamente, mas se esconderiam até esperar que tal reino viesse na Terra. Além disso, ele insistiu que "nós, mais do que todos os homens, somos de verdade seus auxiliadores e aliados para criar a paz", porque os cristãos pensavam que estariam diante de Deus um dia e dariam conta de suas vidas. {18} "Só adoramos a Deus", ele disse, "mas em outras coisas nós os obedeceremos alegremente e o reconheceremos como reis e governantes dos homens" {19} Como exemplo específico de serem bons cidadãos, Justino citou que os cristãos são fiéis em pagar os impostos porque Jesus disse que assim o deviam fazer (Mt. 22:20-21). O argumento geral de Justino era que por viverem uma vida correta, algo pregado pela filosofia grega, os cristãos eram por conseguinte bons cidadãos.

A situação hoje

Este tipo de situação lhe parece familiar? Hoje, ter o nome de fundamentalista e ser ligado a um cristão bem conhecido como Jerry Falwell ou Pat Robertson é o bastante para ser acusado de mal-inspirado, intolerante e mente fechada e certamente nocivo a sociedade. {20} Se nós cristãos guardarmos nossa crença em segredo, mas em público, aceitarmos idéias seculares, seremos aceitos. A isto devemos responder como Justino fez, não ficando vermelhos ou dando nomes mas afirmarmos nossa crença e mostrar que nós - e o cristianismo em si - realmente não somos nocivos a sociedade, mas de fato somos bons para ela. Isto poderia ser persuasivo a alguns, mas certamente não a todos, talvez não na maioria. Mas por esclarecer o que nós cremos e por que nós cremos, fortaleceremos nossa igreja e isto é importante se, como creio, cristãos são enfraquecidos mais por serem chamdos de cristãos do que por ataques a doutrina.

Cristianismo como moral

Além de serem chamados inimigos do estado e ateus, a igreja antiga era acusada de se envolver com imoralidade. Por exemplo, dizia-se que eles realizavam orgias e canibalismo em seus cultos. Em suas apologias, Justino defendeu os cristãos como seres transformados de alta moral.

Em primeiro lugar, disse Justino, os cristãos demonstravam sua honestidade por não mentir quando em julgamento. Por serem pessoas da verdade, eles confessariam sua fé até a morte. Ele amavam a verdade mais que a vida. Os cristãos foram pacientes em tempos de perseguição e mostravam amor inclusive a seus inimigos.

Esta atitude de viver segundo a verdade era um exemplo de mudança provocado nas vidas das pessoas seguindo sua conversão. Um escritor diz que esta mudança chegou a ser conhecida como "a triunfal canção dos apologistas".{21} Justino disse:

Nós quem uma vez revelávamos impureza, agora somos limpos pela pureza; nós que antes nos dedicávamos às artes da mágica agora nos consagramos ao bom e digno Deus; nós que antes amávamos as riquezas e posses mais que tudo agora distribuímos todos os nossos bens a comunidade e compartilhamos com cada pessoa necessitada; nós que antes matávamos e nos odiávamos e não compartilharíamos nosso lugar com pessoas de outra tribo devido a seus [diferentes] costumes, agora, depois da vinda de Cristo, vivemos juntos com eles e oramos para nossos inimigos e tentamos convencer aqueles que nos odeiam injustamente....{22}

Justino também deu ênfase a casta conduta dos cristãos, em resposta a acusações de conduta imoral durante o culto. Para mostrar como isso não era verdade, ele contou a história de um homem que foi perguntado por um cirurgião que o queria fazê-lo de eunuco para provar que os cristãos não praticam promiscuidade. O pedido foi negado, porque o homem escolheu ficar solteiro e seguir seus companheiros cristãos. {23}

Uma das táticas apologéticas de Justino era contrastar o que os cristãos eram falsamente acusados e castigados, com que os romanos faziam com impunidade. Por exemplo, os cristãos eram acusados de matar crianças em seus cultos e comê-las depois. Justino lembrava que os adoradores de Saturno se entregavam a matar e beber sangue e outros pagãos que jogavam sangue de homens e animais em seus ídolos. Os cristãos eram acusados de imoralidade sexual, mas eram seus críticos, Justino dizia, quem imitavam "Júpiter e os outros deuses na sodomia e relações pecadoras com mulheres."{24}

Hoje, cristãos que se opõe ao aborto são ditos que odeiam mulheres. Aqueles que crêem que a homossexualidade é errada são chamados de intolerantes. Quando nós tentamos aprensentar nosso caso como Justino fez pode ser difícil achar um ouvinte. Isto não quer dizer que nós devemos esclarecer nossas crenças ou mostrar que os críticos é que são os praticantes das coisas que nos acusam {25}O que nós precisamos lembrar é que um esclareciemento dos ensinos cristãos não é o bastante. Não foi assim no tempo de Justino. Veja os meios que ele listou que uma pessoa vem a Cristo. Ele disse que muitos "mudaram de uma vida de violência e tirania, porque ou eles foram conquistados pelo exemplo de vida de seus vizinhos ou pela estranha paciência que eles viram em seus amigos sendo acusados injustamente, ou por ver sua honestidade nos negócios." {26} A alta moral dos cristãos, ainda que muito difamada, era um poderoso testemunho e apologético para a fé.

O caso de Justino para Cristo

Como parte de sua defesa dos cristãos ante o imperador e o senado, Justino também defendeu que o cristianismo era verdade. Isto foi importante porque a razão e a busca da verdade eram muito valorizadas pela intelectualidade romana. Já que uma das acusações contra os cristãos era que eles tinham crenças supersticiosas, tinha que ser mostrado que suas crenças eram racionais. Vejamos o caso central de Justino para a verdade do cristianismo, a saber, que a vinda de Cristo - o Logos de Deus - foi predita pelo Espírito Santo por milhares de anos antes.

Logos eterno

Antes eu falei de como Cristo era identificado como o Logos - a razão do Universo - de que os filósofos falavam. Falar dele nestes termos conquistaria as classes cultas de sua época. Como um historiador disse: "sempre que [o Logos] era mencionado, a atenção de todos era conquistada". {27} Era importante mostrar a racionalidade da fé, e o Logos era o locus da razão nas altas escolas de filosofia grega. Para citar Philip Schaff de novo, "o cristianismo é a alta razão" para Justino. "O Logos é a razão pré-existente, absoluta, pessoal e Cristo é a encarnação dele, o Logos encarnado. Qualquer coisa racional é cristã e qualquer coisa cristã é racional." {28} Isso garantiu a racionalidade do cristianismo, identificando a Jesus como o Logos indicando Sua antigüidade, que era importante para a mentalidade grega em estabelecer uma crença. Devo notar aqui que esta ênfase na razão não deve nos fazer pensar que a fé não significava nada para Justino. Ele se refere muitas vezes a fé em suas apologias. Ele fala de nós sendo transformados "por fé através do sangue e da morte de Cristo". {29} Ele inclusive se refere a Abraão que "foi justificado e abençoado por Deus devido a sua fé nele." {30} No entanto, o assunto de conhecimento é central aqui porque Justino deu mais peso em crer nos ensinos de Cristo que crer no próprio Cristo.

Profecias cumpridas

Mas por que esta interpretação sobre Jesus deve ser acreditada? A razão era que Ele foi o cumprimento das profecias feitas há milhares de anos antes que se demonstrasse que Ele não era apenas um homem que podia fazer mágica, mas era o Filho de Deus. "Nós fomos testemunhas oculares dos eventos ocorridos e tem passado da mesma maneira em que eles foram preditos [sic] ," ele disse. Justino resumiu as profecias do Antigo Testamento sobre Cristo desta maneira:

Nos livros dos profetas, de fato, nós encontramos a Jesus nosso Cristo predito como vindo a nós nascido de uma virgem e pregando a humanidade, curando cada enfermidade e doença, ressucitando mortos, sendo odiado, irreconhecido e crucificado, ressucitando, ascendendo ao Céu e se chamando e realmente sendo o Filho de Deus. E que Ele enviaria certas pessoas a cada nação para fazer conhecido estas coisas e que os gentios acreditariam [antes que os judeus] nele. Ele foi predito, em verdade, antes que Ele realmente aparecesse, primeito cinco mil anos antes, depois quatro mil anos, então três mil, então dois mil, então mil e finalmente oitocentos. Por isso, novos profetas vieram anos depois. {32}

Não só foi o cumprimento da profecia notável em si mesmo, mas também foi significante que tais profecias foram feitas muito antes dos filósofos gregos, pois, diferente de hoje, a antigüidade era importante para a mentalidade grega em estabelecer uma crença.

Conclusão

Para aqueles que precisam reforçar sua teologia e apologética, Justino, Mártir proporciona um exemplo daqueles que tomaram sua fé muito à sério na igreja antiga e quem procurou ser uma boca para o Senhor e defensor de Sua pessoa. Schaff diz que "[os escritos de Justino] atestam sua honestidade e seriedade, seu entusiástico amor para o cristianismo e sua audácia em sua defesa contra os ataques de pecados e perversões dentro dele{33} Enquanto pode nos parecer que o cristianismo era só filosofia para Justino, o historiador Jaroslav Pelikan diz que a fé de Justino se alimentou mais pelo que a igreja confessava do que por sua prórpria especulação filosófica. "Ele estava, acima de tudo, pronto para dar sua própria vida para Cristo; e seu martírio fala mais alto, como doutrinamente, faz sua apologética." {34}

Notas

Rick Wade, Perseguição na Igreja Antiga, Probe Ministries, Set. 1999. Este artículo está disponível originalmente em http://www.probe.org/docs/persecution.html.
Robert M. Grant, Greek Apologists of the Second Century (Filadelfia: Westminster Press, 1988), 50.
Justin Martyr, First Apology, in Writings of Saint Justin Martyr, trans. Thomas B. Falls, The Fathers of the Church (New York: Christian Heritage, Inc.: 1948), 33.
James E. Kiefer, "Justin Martyr, Philosopher, Apologist, and Martyr,"(http://justus.anglican.org/resources/bio/175.html).
Justin Martyr, Dialogue With Trypho, in Writings of Saint Justin Martyr, trans. Thomas B. Falls,
The Fathers of the Church (New York: Christian Heritage, Inc.: 1948), 151.
Ibid., 159.
Ibid., 160.
Philip Schaff, Ante-Nicene Christianity: A.D. 100-325, vol. II in History of the Christian Church
(Grand Rapids: Eerdmans, 1910), 714.
Kiefer, "Justin Martyr".
The Catholic Encyclopedia, s.v. "St. Justin Martyr."(http://www.newadvent.org/cathen/08580c.htm). See also Justin's own prediction of his betrayal in The Second Apology, in Writings of Saint Justin Martyr, trans. Thomas B. Falls, The Fathers of the Church (New York: Christian Heritage, Inc.: 1948), 122-23.
Schaff, 715.
Justin, Primeira Apologia, 33.
Schaff, 723.
The New Encyclopedia Britannica, 15th ed., Macropaedia, s.v. "Platonism and Neoplatonism," by A. Hilary Armstrong. See also Justin, First Apology, 81.
Enciclopedia católica.
La Robert Grant crê que o martírio de Policarpo em Roma levou Justino a escrever para o imperador. Grant, Greek Apologists of the Second Century, 53.
Justin, Primeira Apologia, 37-39.
Ibid., 43-44.
Ibid., 52.
O leitor talvez gostaria de ver meu artigo Not a Threat: The Contributions of Christianity to Western Society em nosso Web site http://www.probe.org/docs/threat.html.
Thomas B. Falls, en Justin, First Apology, 47, nota 2.
Justin, Primeira Apologia, 47.
Ibid., 65.
Ibid., 133.
Este tipo de discussão pode ser geralmente difícil devido ao relativismo moral de nossos dias. Um bom livro para ler que mostra que os americanos não são tão relativistas quanto pensam é de William D. Watkins, The New Absolutes (Minneapolis: Bethany House, 1996). Para um resumo das idéias de Watkins, veja meu artigo O Novo Absoluto em http://www.probe.org/docs/new-abso.html.
Justin, Primera Apologia, 50.
Reinhold Seeberg, citado en J.L. Neve, UNA Historia de Christian Pensamiento, vol. 1 (Filadelfia: El Muhlenberg Press, 1946), 46.
Schaff, 723.
Justin, Diálogo, 166.
Ibid., 183.
Justin, Primera Apologia, 66.
Ibid., 68.
Schaff, 719.
Pelikan, 143.

© 2000 Probe Ministries International.
Tradução: Emerson de Oliveira




Sobre o Autor

Rick Wade é graduado pelo Instituto Bíblico de Moody, com B.A. em comunicações (rádio) em 1986. Ele foi graduado cum laude em 1990 pela Escola Evangélica de Divindade com um M.A. em Pensamento Cristão (teologia/filosofia de religião) onde seus estudos culminaram em uma tese na apologética de Carl F. H. Henry. Rick e sua família moram em Rowlett, Texas. Pode ser encontrado em rwade@probe.org Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.


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